Estudo + Trabalho + Amizade


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

MOCIDADE


Hernani T. Sant´Anna

Dia o lirismo dos vates
Que “mocidade é poesia”...
E eu acrescento: - alegria,
Força, potência, vigor...
Capacidade sublime
De erguer um mundo diverso,
Onde a vida seja um verso
De paz, de luz e de amor!

A mocidade na carne,
Quando cheia de verdade,
É farol - na tempestade,
Estrela – na noite ultriz!
Flor de esperança e bondade
Erguida no Val terreno,
Rumo ao destino supremo
Para um futuro feliz!

A Mocidade de Cristo
É expressão de beleza,
Tocada na realeza
Dos ideais salvadores!
É alavanca sublime
Duma era nova e ditosa,
Que há-de surgir, gloriosa,
Do caos da treva e das dores!

A mocidade, portanto,
Não pode mais esquecer-se
Nesse constante perder-se
Da inconsciência servil...
Que, pois, se levanta e sirva,
Na fé que soergue a vida,
A mocidade querida,
Do coração do Brasil!

Fonte: Canções do alvorecer, 4. Ed. 1 reimp. Rio de Janeiro: FEB 2008, p. 87.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Telescópio acha 140 planetas que podem ter vida


Cientistas anunciaram a descoberta de 140 novos planetas parecidos com a Terra encontrados nas últimas semanas. Com os novos dados, os cientistas acreditam que existam cerca de 100 milhões de planetas parecidos com o nosso e que possam abrigar vida apenas na Via Láctea. As informações são do Daily Mail.

Os achados foram feitos pelo telescópio espacial Kepler, que procura novos planetas desde que foi lançado, em janeiro de 2009. Segundo o astrônomo Dimitar Sasselov, os planetas têm tamanho parecido com o da Terra. O cientista descreveu a descoberta como a "realização do sonho de Copérnico", em referência ao pai da astronomia moderna.

Novos planetas fora do sistema solar são descobertos quando eles passam em frente a sua estrela. O telescópio não capta uma imagem direta, mas registra a minúscula diminuição do brilho do astro quando o planeta passa em frente. Essa passagem causa "piscadas" na luz. Pelo cálculo da diminuição de brilho, do tempo entre as "piscadas" e da massa da estrela, os astrônomos conseguem descobrir o tamanho do planeta.

O Kepler continuará pesquisando o céu dia e noite, sem interrupção, pelos próximos quatro anos, segundo o cientista. Sasselov afirma que nos últimos 15 anos cerca de 500 exoplanetas foram descobertos, mas nenhum foi considerado parecido com a Terra, ou seja, com a possibilidade de abrigar vida.

"Vida é um sistema químico que realmente necessita de um planeta pequeno, água e pedras e uma grande quantidade de complexos químicos para surgir e sobreviver. (...) Tem um monte de trabalho para fazermos com isso, mas os resultados estatísticos são claros e planetas como a nossa Terra estão lá fora. (...) Nossa própria Via Láctea é rica nesse tipo de planetas", disse o astrônomo durante a apresentação dos resultados do Kepler na conferência TEDGlobal, em Oxford, no Reino Unido.

terça-feira, 13 de julho de 2010

"Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão, face a face, em todas as épocas da humanidade" - Allan Kardec

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Em Defesa do Centro Espírita - Odilon Fernandes

Infelizmente, são muitos - para não dizer a maioria - os médiuns que abrem mão do bom-senso; não se submetem à disciplina da Doutrina, que lhes contraria os interesses; e estabelecem sintonia com os espíritos autores de teorias fabulescas que nada têm a ver com a Fé Raciocinada.

No Mundo Espiritual, conforme dissemos alhures, existem espíritos independentes que controlam uma infinidade de médiuns - espíritos que invadem a seara espírita e começam a impor os seus pontos de vista, como se tivessem autoridade para falar em nome da Doutrina.

Desrespeitam o código de orientação ética da mediunidade e controlam grupos que, por sua vez, são controlados pelos médiuns que os lideram sem qualquer oposição.

Prevalecendo-se de médiuns que com eles condescendem, certas entidades espirituais, que se recusam "a dar ouvidos à verdade", dominam núcleos espíritas e desvirtuam, neles, a aplicação da Doutrina. Opõem-se às reuniões de estudo, que as desmascarariam, e procuram afastar os companheiros de maior discernimento.

Eis um tópico que merece uma abordagem mais demorada. Se a casa espírita não tem proprietário, se pertence à comunidade, os irmãos sinceros na defesa dos postulados espíritas não devem ceder em seus direitos, opondo-se fraternalmente aos que intentam tomar o templo de assalto. Que se reúnam em conselho e discutam, entendendo que humildade não é conformismo.

Os que se omitem nos destinos do grupo mediúnico, a pretexto de tolerância e simplicidade, estão facilitando a ousadia das trevas. Não se trata de recorrer a qualquer tipo de violência: trata-se de erguer a voz em defesa da Verdade e não permitir que a casa espírita permaneça sob diretrizes comprometedoras.

Aceitaríamos, porventura, que a nossa casa fosse invadida e que não mais tivéssemos voz ativa dentro dela?

O patrimônio espírita - inclusive o material - há de ser preservado, porquanto o espaço de uma instituição espírita, por mais diminuto seja, é um ponto de referência importante para a Doutrina.

Os apóstolos, em Jerusalém, defenderam a Casa do Caminho, da qual inúmeras vezes, as trevas tentaram se apossar. Aquele abençoada núcleo do Cristianismo nascente não poderia cair nas mãos dos adversários do Cristo, sem que as atividades iniciais do Evangelho sofressem duros reveses.

Que, pois, os frequentadores e os conselheiros, que integram a diretoria e a vigilância espiritual do centro espírita, se conservem atentos, coibindo a ação de médiuns que, não raro, pretendem o patrimônio da casa. Neste sentido, que o estatuto que rege os destinos da instituição, devidamente redigido e registrado em cartório, conte com cláusulas que a preservem da ambição dos que, eternizando-se no poder, anseiam por eternizar as suas ideias, fazendo um Espiritismo à sua moda.

Que a democracia impere na casa espírita e que o rodízio entre os elementos que lhe constituem a diretoria impeça o aparecimento de quistos administrativos. Todavia que sempre impere o bom-senso e a fraternidade e, sobretudo, a autoridade moral de seus líderes.

A mediunidade mal orientada numa casa espírita é a principal porta de entrada da obsessão.


De "No mundo da mediunidade" - Carlos A. Baccelli
Pelo Espírito Odilon Fernandes

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O Espiritismo explica as Mortes Coletivas


Terremotos, tornados, tufões, enchentes, secas inclementes, inverno excessivo, calor acima do suportável, as guerras, as drogas, assim como as epidemias, têm ceifado a vida de milhões de pessoas em toda a nossa História.

Castigo de Deus? Fatalidade?

Acaso Deus, em Sua infinita misericórdia, não poderia evitar esses eventos destruidores?

Como compreender esse intricado problema?

Em primeiro lugar, importa afirmar que, pelos ensinamentos espíritas, não existe castigo nem de Deus, nem de quem quer que seja. Tampouco ocorre a fatalidade, visto que todas as criaturas foram e são dotadas de liberdade para pensar, falar e agir (livre arbítrio). O termo fatalidade, assim, não existe no vocabulário espírita.

O livre arbítrio é uma das leis naturais. Todos os Espíritos, no Universo, agem em função dessa lei. Nenhum Espírito pode intervir no direito do uso do livre arbítrio de outro Espírito. Deus também não intervém nesse direito. Afinal, Deus é o próprio criador das leis naturais!

Os Espíritos utilizam-se do livre arbítrio (isto é, da liberdade de pensar, falar e agir), limitados apenas pelo grau de seu adiantamento espiritual. Quanto mais adiantado o Espírito, maior será a sua liberdade. A sua liberdade está sempre na razão direta da sua responsabilidade.

Todo e qualquer aprendizado do Espírito depende de sua ação. Quando encarnado, realiza experiências materiais e extrai dessas experiências novos conhecimentos para a sua evolução.

Os Espíritos se agrupam em grandes coletividades para a realização de suas experiências. Existe, por assim dizer, uma atração magnética entre eles, dentro de cada grau de evolução. No caso do nosso planeta, pertencem à ordem dos espíritos inferiores, sujeitos às provações e expiações.

Vamos explicar melhor. Provações significam provas, testes, que os próprios Espíritos estabelecem antes de encarnar, para medirem o grau de seu adiantamento espiritual. Não é uma imposição; é uma escolha de cada um. Cada Espírito pode escolher uma ou mais provações para passar durante a sua encarnação. Expiação significa efeito, consequência, resultado de causas anteriormente produzidas. Causa e efeito, portanto é outra lei natural.

Escrevemos em linhas anteriores que não existe a fatalidade. Esse é um axioma da Doutrina Espírita. Quando ocorre um evento qualquer, podemos dizer que é um efeito produzido segundo a inteligência, à vontade e o pensamento de seus autores. A cada um dos efeitos registrados, se ligarão as causas anteriores. Assim, não existem efeitos que não tenham as suas causas, assim como não existem causas que não tenham seus efeitos.

Quando acontece, por exemplo, uma catástrofe de grandes proporções, e que provoque a morte de grande número de pessoas, a análise conduz à conclusão de que todas essas pessoas não morreram (desencarnaram) por acaso; que não deveriam desencarnar. Porém, não se pode afirmar apressadamente, que todas essas pessoas estiveram, necessariamente, ligadas aos mesmos acontecimentos do passado.

Afirmamos que não existe o acaso nem a fatalidade. Então poderá ser indagado: Qualquer dessas pessoas não poderia, usando do seu livre arbítrio, deixar de estar no local da catástrofe e escapar da morte? A resposta é sim, poderia. Apenas que, mesmo se ausentando do ambiente do evento, isso não significaria que escaparia à desencarnação, se esse momento tivesse chegado. É fácil confirmar isso, verificando que em todas as catástrofes, a morte não ceifa a vida de todos.

O Espiritismo ensina que quando se aproxima o momento da morte, por um ou outro meio, ela ocorre. Portanto, não é a maneira, o processo pelo qual o fato acontece. O que vale mesmo é a repercussão de ordem moral que isso ocorre com o Espírito.

Milton Felipeli
Artigo extraído do Jornal Segue a Jesus nº 28

segunda-feira, 5 de abril de 2010

"Chico Xavier" bate Recorde


Quase 600 mil assistem a "Chico Xavier" e filme bate recorde

O filme "Chico Xavier", que estreou na sexta-feira passada, foi visto por cerca de 590 mil pessoas, segundo a distribuidora Dowtown. A cinebiografia do médium se torna, assim, a maior bilheteria da história do cinema nacional desde 1995, nos três primeiros dias de exibição. O número de espectadores de um filme na estreia costuma ser determinante para o resultado global e serve de termômetro para a indústria.

O lançamento do filme, no dia 2, coincidiu com o centenário de nascimento de Chico Xavier.

Dirigido por Daniel Filho, "Chico Xavier" bateu "Se Eu Fosse Você 2" (2009), visto por cerca de 570 mil espectadores em seus três primeiros dias em cartaz. "Lula, o Filho do Brasil" (2010) fez 220 mil no fim de semana de estreia, e "Avatar" (2009) registrou mais de 800 mil.

O filme está em cartaz em 377 salas do país. Na noite de sexta, a reportagem da Folha passou por quatro cinemas da capital paulista e todos estavam com as sessões esgotadas.

"A última vez que vi lotar assim foi com 'Avatar'", disse a gerente Kátia Sousa, do Cinemark do Shopping D. Até as 21h, todas as sete sessões de "Chico Xavier", em duas salas, tinham esgotado. A outra única sessão do dia que encheu foi de "A Caixa".

No Frei Caneca Unibanco Arteplex 2 e no Cine Marabá, a mesma situação. "Sou católica e espírita, gostamos do Chico", disse a telefonista Cacilda Dias, 63, que ficou sem ingresso no Marabá. A última vez que ela esteve no cinema foi para ver "2 Filhos de Francisco" (2005). O estudante Jaime Almeida, 30, teve mais sorte. "Chico prega o amor, não fala só de religião", disse ele, que não tem religião e cujos pais são católicos, e as irmãs, evangélicas.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Chico Xavier e Brasília

Sexta-feira (1/4), dia em que Chico Xavier faria cem anos de idade, o “Jornal das Dez”, da Globo News, vai apresentar uma matéria especial.

E com o seguinte destaque: na construção da cidade de Brasília, o presidente Juscelino Kubitschek pedia a orientação dos espíritos, através de Chico Xavier.

Quem revela a história é o médium Waldo Vieira, parceiro de Chico entre 1956 e 1966.